Jogos e Leitura Colaborativa: estratégias para a promoção da participação dos estudantes


Evento da 1ª Edição

Mario Vargas Llosa escreveu que “a vida não é só diversão, mas também drama, dor, mistério e frustração”. Invertendo a máxima de Vargas Llosa, a aprendizagem não é só drama, dor, mistério e frustração. Talvez possa (também) ser diversão. Duração: 3 horas Vagas: 30


  • Data: 01-10-2020 14:00
  • Localização: Evento Online

Descrição

Mario Vargas Llosa escreveu que “a vida não é só diversão, mas também drama, dor, mistério e frustração”. Invertendo a máxima de Vargas Llosa, a aprendizagem não é só drama, dor, mistério e frustração. Talvez possa (também) ser diversão.

Nesta formação, iremos explorar quatro mecanismos que visam envolver os estudantes mais ativamente no processo de aprendizagem: o uso de jogos (gamification); o uso de tecnologia na sala de aulas; o uso da tecnologia fora da sala de aulas; e as discussões orientadas entre pares.

O que liga estes quatro mecanismos, e constitui o objetivo central desta formação, é reforçar a participação dos estudantes na sala de aula. Este reforçar refere-se não só a uma participação mais ativa e universal, como também ao aumento da sua qualidade.

O nosso ponto de partida é que – tal como a democracia – a aprendizagem requer participação. Para parafrasear a máxima de Lotte Scharfman sobre a democracia, a aula não é “um desporto para se ver”. Antes, é um desporto para se jogar, uma atividade eminentemente participativa. E uma aula, tal como a democracia, depende não só da quantidade de participação, como também da qualidade desta.

 Inscrições


Mini Biografia

Carlos Jalali

Doutorado em Ciência Política pela Universidade de Oxford. É Professor Associado na Universidade de Aveiro, onde dirige o mestrado em Ciência Política e o programa doutoral UA-UBI em Ciência Política, sendo também coordenador da linha Políticas Públicas, Instituições e Inovação na unidade de investigação GOVCOPP. É autor de diversos artigos e capítulos em revistas científicas e livros nacionais e internacionais, incluindo recentemente o ensaio Partidos e Sistemas Partidários (2017, Fundação Francisco Manuel dos Santos). É, desde 2016, Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política.